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  • Coletivo Por um Brasil Democrático CPBD

Protesto em Defesa da Amazônia em Los Angeles

Atualizado: 29 de Ago de 2019




A floresta Amazônica está queimando!


Registrou-se um aumento de 278% no mês de julho esse ano nas queimadas no comparativo com julho no ano passado segundo dados do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).


O governo Bolsonaro se comprometeu, durante sua campanha, com o agronegócio e com as mineradoras para a exploração da floresta Amazônica. Houve um desmonte dos órgãos de fiscalização e os dados do aumento do desmatamento aferidos pelo INPE (um instituto mundialmente legitimado)  foram negados pelo presidente, que exonerou o diretor do instituto. Em sua campanha eleitoral, Bolsonaro disse que "em seu governo, índios não teriam 1 cm de terra", posicionando-se claramente contrário a demarcação de terra aos povos indígenas.

Esse conjunto de declarações e políticas públicas antiambientalistas empoderou um grupo de fazendeiros e grileiros a provocarem o chamado "Dia do Fogo", em 10 de agosto. Uma queimada deliberada que vem destruindo a maior reserva florestal do planeta, matando sua biodiversidade, queimando animais e avançando sobre as reservas indígenas. No dia 19 de agosto, a cidade de São Paulo escureceu por volta das 16h devido a alta concentração de fumaça proveniente das queimadas.


Dia 23 de agosto, ocorreu uma grande manifestação mundial com vistas a pressionar que o presidente Bolsonaro tomasse uma atitude para conter o fogo e respeitasse os tratados internacionais de proteção à Amazônia, nos quais o Brasil é signatário, . Em mais de 40 cidades brasileiras e em muitos consulados e embaixadas do Brasil pelo mundo afora, ocorreram protestos.


Nós do Coletivo Por um Brasil Democrático nos juntamos a essas manifestações e nos reunimos juntamente a outros grupos em favor da Amazônia no Consulado Brasileiro em Los Angeles.











Após pressão internacional, o presidente Bolsonaro começou a agir para conter o fogo, convocando o exército brasileiro.


O fogo ainda arde! Muitos animais estão perdendo a vida, árvores centenárias sucumbindo a destruição. Os grupos indígenas pedem socorro!


Para contribuir, é possível apoiar ONGs e grupos indígenas que vem lutando para a preservação da Amazônia, o pulmão do mundo.


Grupos Internacionais:


Amazon Watch

Desde 1996, trabalha com grupos locais para proteger a floresta amazônica e garantir os direitos dos grupos indígenas que nela vivem.

https://amazonwatch.org/news/2019/0823-with-the-brazilian-amazon-in-flames-we-must-all-be-the-resistance

To donate - https://amazonwatch.org/donate


No Brasil:

APIB - Association of Brazilian Indigenous Peoples, criado e administrado por grupos indígenas.

http://apib.info/apib/?lang=en


INESC - Instituto de Estudos Socioeconômicos

Com 40 anos de existência, o INESC tem como foco a defesa dos direitos humanos e da democracia no Brasil. Como parte disso, eles analisam como as decisões orçamentárias afetam a proteção da floresta e como os investimentos privados afetam a natureza e os muitos indígenas da região, quilombolas (descendentes de escravos afro-brasileiros em fuga) e grupos tradicionais. Eles também trabalham para pressionar o governo brasileiro a assumir compromissos ousados ​​de sustentabilidade internacional.

To donate - https://www.inesc.org.br/doe/ (paypal)


ISA - Instituto Socioambiental

Existe desde 1994 e cresceu e atualmente tem escritórios em São Paulo e em 7 outras regiões (Brasília (DF), Manaus (AM), Boa Vista (RR), São Gabriel da Cachoeira (AM), Canarana (MT), Eldorado (SP) ) e Altamira (PA). Promove soluções coordenadas para problemas ambientais e sociais no Brasil e produz muitas pesquisas que servem de base para ações de advocacy e lobby e também são usadas para aumentar a conscientização sobre as ameaças à os direitos das populações tradicionais e territórios protegidos no país.

https://diadedoar.socioambiental.org/ (paypal)

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